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28/06/2026

Como marcar uma zona exata (não apenas um ponto) numa planta

Por PinMy Team

Este artigo também está disponível em Inglês , Ucraniano , Italiano , Espanhol , Francês , Japonês .

Como marcar uma zona exata (não apenas um ponto) numa planta

Como marcar uma zona exata, não apenas um ponto, numa planta

Estás à frente de um pano de fachada que está todo errado — não um painel, a fiada inteira. Largas um pin sobre a planta e, de imediato, fica aquém do problema: um único ponto diz “algo aqui”, quando o que queres dizer é “tudo isto, daqui até ali”. A pessoa seguinte abre-o e faz a pergunta óbvia: até onde é que isto vai?

Um ponto é a ferramenta certa para um azulejo fissurado. É a ferramenta errada para uma zona. Aqui tens como marcar uma zona numa planta em vez disso — para que a nota cubra exatamente a região que diz respeito, e a pergunta “até onde?” fique respondida antes de alguém a fazer.

Quando um ponto descreve mal o problema

Algumas anomalias são mesmo um único local: uma tomada, uma fissura, uma fixação. Um pin de ponto é perfeito para essas. Mas muito do que assinalas em obra não é um ponto de todo — é um troço. Um pano de fachada inteiro. Uma extensão de laje fora de nível. Uma secção de corredor com o mesmo defeito a cada dois metros. Uma sala que precisa de ser toda reboca de novo.

Para essas, um ponto obriga o leitor a adivinhar a extensão. E adivinhar a extensão é precisamente onde a compreensão à distância se desmorona.

Usa o pin de área para marcar a zona inteira

A solução é o pin de área. O fluxo é o mesmo toque que já conheces, com uma escolha diferente:

  • Toca na planta onde a zona começa.
  • No menu, escolhe área em vez de um ponto.
  • Arrasta um retângulo sobre a região — o pano, a laje, a secção de corredor.

É só isto. A nota fica agora ligada à zona inteira, não a uma única coordenada. Quem a abre vê a extensão num relance, sobre o desenho que já reconhece. Este é o coração de qualquer app para anotar uma área na planta: a anotação toma a forma do problema.

Junta voz, texto e foto à zona

Um pin de área leva tudo o que um pin de ponto leva. Junta uma nota de voz“este pano todo está saliente, é preciso recuá-lo à linha antes de avançarmos” — e o PinMy transcreve-a automaticamente em mais de 20 idiomas, por isso a zona guarda a tua explicação falada e um texto pesquisável. Junta uma foto da fiada. Agora a região, a descrição e a evidência viajam juntas como um único registo.

@menciona, atribui, e comporta-se como qualquer pin

Marcar a zona não é o fim — é o início de a pôr resolvida. @menciona o subempreiteiro ou o encarregado e atribui o pin de área, exatamente como farias com um ponto. Cai no quadro Kanban (Por fazer, Em curso, Concluído) que é o estado vivo dos teus pins, e quando o pano fica tratado marca-lo como resolvido e esmaece sobre a planta. Um pin de área é um cidadão de pleno direito, não uma anotação de segunda categoria.

Ponto ou área: uma regra rápida

Usa um ponto quando consegues pôr o dedo num único sítio — uma tomada, uma fissura, uma fixação. Usa uma área quando a resposta honesta a “onde exatamente?” for “este troço todo”. Se dás por ti a escrever “daqui até ao pilar” ou “todo o pano nascente”, esse é o sinal para arrastar um retângulo em vez de largar um ponto. O mesmo instinto percorre o dia a dia do diretor de obra: captar o problema com a forma que ele de facto tem.

Por que a extensão importa para quem não esteve lá

Quem lê a tua nota normalmente não és tu, e normalmente não está em obra. Não consegue ver o que viste. Um ponto obriga-o a perguntar; uma área diz-lho. Essa única diferença — a extensão tornada explícita — é o que transforma uma zona assinalada em algo que um colega à distância consegue dimensionar, orçamentar e planear sem um telefonema. Quando a anomalia precisa também de um traço à mão dentro da zona, podes combiná-la com o modo desenho para marcar um defeito à mão livre.

Como se lê num relatório mais tarde

Como o pin de área é um pin normal, flui para o mesmo registo que tudo o resto. Quando exportas o relatório PDF web, a zona aparece com a sua nota, foto e estado — por isso um troço de trabalho lê-se como um troço, não como um ponto enganadoramente preciso. (O relatório web é útil hoje e ainda em evolução, por isso encara-o como algo que vai amadurecendo.)

FAQ

Como marco uma zona numa planta em vez de um ponto? Toca na planta, escolhe área no menu e arrasta um retângulo sobre a região. A nota liga-se então à zona inteira — um pano, uma laje, um corredor — em vez de a uma única coordenada.

Quando devo usar um pin de área em vez de um pin de ponto? Usa um ponto para um único sítio (uma tomada, uma fissura); usa uma área quando a anomalia abrange uma região e “até onde é que isto vai?” é a pergunta óbvia. Se a descreverias como “este troço todo”, arrasta um retângulo.

Um pin de área funciona como um pin normal? Sim — leva voz, texto e foto, pode ser @mencionado e atribuído, cai no quadro Kanban e esmaece ao ser resolvido, tal como um pin de ponto.

O que o PinMy NÃO é

O pin de área marca uma região sobre uma vista da tua planta — é uma anotação, não uma edição CAD; não estás a alterar um ficheiro de desenho nem a sua geometria. O PinMy não é uma ferramenta de medição nem de medições de quantidades, e não substitui o teu sistema de gestão de projeto. Com modelos 3D, um pin marca um ponto no espaço — um instantâneo datado — não um elemento do modelo, e não lê dados dos elementos. O que o PinMy faz bem é deixar uma nota tomar a forma do problema: um ponto para um ponto, uma zona para uma zona.

Experimenta na tua próxima zona

Da próxima vez que fores usar um ponto para descrever uma fiada inteira, arrasta um retângulo e vê como se lê muito mais claro.